Archive For June 28, 2018

Darci Prado

Darci Prado

Darci Prado

Consultor-sócio da FALCONI, onde atua desde 1996. Engenheiro pela UFMG
com pós-graduação em Engenharia Econômica pela UCMG e doutorado em
Gerenciamento de Projetos pela UNICAMP. Trabalhou na IBM durante 25 anos e foi
professor da Escola de Engenharia da UFMG por 32 anos. Foi um dos fundadores
dos capítulos do PMI de Minas Gerais e Paraná. Está conduzindo a pesquisa sobre
Maturidade em Gerenciamento de Projetos, juntamente com Russell Archibald,
em Brasil, Itália, Espanha e Portugal. É autor de 10 livros sobre gerenciamento de
projetos, da metodologia MEPCP, do modelo de maturidade MMGP e do software
SISGEP. Dentre seus livros publicados no Brasil, dois foram publicados no exterior.

 

Artigos do Autorhttp://projectdesignmanagement.com.br/autores/darci-prado/ 

 

Carlos Alberto de Sousa

Carlos Alberto de Sousa

Carlos Alberto de Sousa

Comunicador com especialização em marketing, gerente de programas e projetos, especialista em sistemas da qualidade na Cemig. Professor, palestrante, diretor de Assuntos Estratégicos e membro do conselho deliberativo da Associação Mineira de Cultura Nipo Brasileira e do comitê de Stakeholders do ChildFund Brasil, faz parte da Comissão de Estudos Especiais em Projetos, Programas e Portfólio – CEE-93 da Associação Brasileira de Normas Técnicas, foi revisor das normas NBR 16277:2017 – Auditoria de projetos – Orientações para desenvolvimento e execução, e 16337:2014 – Gerenciamento de riscos em projetos – Princípios e diretrizes gerais, participou da tradução da norma ABNT NBR ISO 21503:2017 – Gestão de projetos, programas e portfólio – Orientação sobre gestão de programas. Também é membro do Conselho Independente de Certificação do IPMA e já foi já foi membro do conselho fiscal do PMI Capítulo Minas Gerais e do conselho da União Brasileira para a Qualidade. Recebeu em 2012 o Prêmio da Revista Mundo PM, na categoria Projeto Inovador, com o Programa Especial de Manejo Integrado de Árvores e Redes – PREMIAR. Além disso, foi iniciador do grupo Corporate Hackers Brasil e participou da iniciação do Instituto Nova Liderança de Minas Gerais.

Artigos do Autor: http://projectdesignmanagement.com.br/autores/carlos-alberto-de-sousa/

Referências:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 21500:2012. Rio de Janeiro, 2012. 52 p.

PRADO, Darci Santos do. Planejamento e Controle de Projetos. Darci Santos do Prado – Nova Lima (MG). INDG Tecnologia e Serviços Ltda. – 2004 286p.:il (Série Gerência de Projetos – Volume 2, 5ª edição.)

Wantuir Felippe

Wantuir Felippe

Wantuir Felippe

Wantuir Felippe da Silva Junior tem 28 anos de experiência na indústria aeronáutica, sendo 18 anos em atividades de gestão de projetos. Conhecimento e experiência prática aderentes aos conceitos e fundamentos PRINCE2, PMI, IPMA, Métodos Ágeis e Ciclo Deming.

Atualmente consultor, mentor, instrutor e responsável pela Organização & Métodos (PMO) em Gestão de Projetos no Desenvolvimento Integrado de Produto na Embraer (DIP).

Criador dos métodos: Lean Scope Overview (entendimento, desdobramento e gerenciamento de escopo de projetos), Lean Risk Overview Matrix (identificação e gerenciamento de riscos de projetos), Lean Project Direction – LPD (gestão de progresso e decisões em projetos), E2I2 – Extreme Experience In Innovation (desenvolvimento de soluções criativas de engenharia em design de produtos e serviços), Risk Strainer (framework que facilita segregação entre riscos e issues, direcionando tratativas), Wandala (gestão de interesses e desdobramento de requisitos de projetos), EAP Rapport (integração e comunicação em projetos), Blended Modelo 7S & TOC (desdobramento estratégico para projetos), Spock Analysis (julgamento e decisões associados a desvios em projetos).

Artigos do Autorhttp://projectdesignmanagement.com.br/?s=Wantuir

Workshop do Autorhttp://projectdesignmanagement.com.br/produto/wcc/

PDF PortfólioPortfolio GP Simples_versao PDM

Mario Vanhouck

Mario Vanhouck

 

Mario Vanhoucke is a professor at Ghent University (Belgium), Vlerick Business School (Belgium), and a senior teaching fellow at UCL School of Management (University College London, UK). He has previously written books about project scheduling, risk analysis, and project control. As a professor and researcher, Mario is constantly looking for better ways to measure, improve, and optimize the performance of projects in progress and their resource efficiency. Mario has a background in operations research and management science, and aims at combining research with practice. As a founder of the “Operations Research & Scheduling” research group and leader of more than a million euro research projects, Mario sets up collaborations with national and international companies, together with universities in the UK, the USA, and China. He is very active at the Belgian Chapter of the Project Management Institute (PMI) and has been awarded by the International Project Management Association (IPMA). Mario also writes his own project management software tools, both as standalone desktop versions and as integrative tools in company software environments. Mario shares his ideas at various international conferences.

 

 

What Makes an Alliance an Alliance

What Makes an Alliance an Alliance

JMPM – issue May-August 2018

LINK: What Makes an Alliance an Alliance – Experiences from Australian Infrastructure Projects

What Makes an Alliance an Alliance – Experiences from Australian Infrastructure Projects

Brendan Young, Ali Hosseini, Ole Jonny Klakegg, Ola Lædre

 

Abstract

The purpose of this research is to explore what alliancing means in the context of Australian infrastructure projects. It aims to define alliancing in this context by identifying its hard elements and to explore the relationship between the academic and practitioner points of view. This paper explores the concept of alliancing in the context of large infrastructure projects by comparing the results of a literature and document study with results obtained from an interview series conducted in Australia.

This research shows that alliancing can be identified by 25 hard elements. It seems the case that no single element is unique to alliancing, but rather it is the combination of elements that really makes the alliancing model a unique project delivery model. The study identified twelve project characteristics that make a project suitable for alliancing, along with an explanation of how the alliance elements address these characteristics.

These findings will help assist academics and practitioners new to the alliancing model understand what alliancing is and when it is suitable to use.

Keywords

Alliance; project delivery model; relational delivery; public procurement; infrastructure

 

Creating a Climate for Project Success

Creating a Climate for Project Success

JMPM – issue May-August 2018

LINK: Creating a Climate for Project Success

Creating a Climate for Project Success

Pedro Serrador, Andrew Gemino, Blaize Horner Reich

 

Abstract

Project Success is known to be influenced by many individual factors: organizational, technical and psychological/social. In this paper, we build on organization and IS theory to propose a second-order factor called Climate for Project Success. Climate is a useful concept in that, unlike culture, it is comprised of elements that a project manager can influence. Three dimensions (top management support, sufficient resources, and willingness to adapt) are identified and tested to measure their ability to predict different aspects of project success. Results of a regression analysis of data from 449 projects showed that Climate for Project Success was a significant and strong predictor of both Stakeholder Success (R² =.346, p=.000) and Budget/Time success (R² =.154, p=.000). Top Management Support and Willingness to Adapt positively influenced Stakeholder Success; Top Management Support positively influenced Budget/Time Success. Interestingly, Budget Flexibility, an element within the Sufficient Resources dimension, was negatively related to both Stakeholder and Budget/Time Success. Further ANOVA testing identified variables with weaker but significant influence on Project Success.

We conclude that Climate is a useful academic and practitioner concept and research could identify additional dimensions to predict Budget/Time Success. Organizations that wish to improve their project success should focus on developing a Climate which includes senior management support, stakeholder engagement, fully dedicated teams, support for agile methods, frequent meetings with product owners and a good team attitude toward accepting changes.

Keywords

Project Management; Project Success; Organisational Climate

 

Experts’ Engagement in Risk Analysis

Experts’ Engagement in Risk Analysis

JMPM – issue May-August 2018

LINK: Experts’ Engagement in Risk Analysis: A Model Merging Analytic Hierarchy Process and Monte Carlo Simulation

Experts’ Engagement in Risk Analysis: A Model Merging Analytic Hierarchy Process and Monte Carlo Simulation

Cintia Bardauil Baptistucci, Gerson Pech, Marly Monteiro Carvalho

 

Abstract

This paper presents a risk analysis model merging Analytic Hierarchy Process (AHP) and Monte Carlo simulation (MCS) that enables risk prioritization, providing a contingent cost analysis. The model has six steps: risk factors definition; risk frequency prioritization using the AHP; probability estimation for risk effects; probability distribution for other variabilities; correlation analysis between cost and time; and MCS for cost estimation. The proposed model was applied to 12 industrial wastewater projects. Data were gathered from interviews and documents. The results show three major contributions: a decision tool to identify, analyze and assess the risks, experts’ engagement (knowledge and perception), and visual output for risk analysis.

Keywords

Risk Management; Risk Factors; Analytic Hierarchy Process; Monte Carlo Simulation; Construction Projects

Curso Data-Science para Negócios e Projetos

Curso Data-Science para Negócios e Projetos

Introdução à ciência de dados para negócios e projetos

Objetivo: Capacitar o executivo a abordar problemas do seu negócio com a aplicação de técnicas adequadas de ciência de dados.

LINK: http://projectdesignmanagement.com.br/produto/data-driven/

Descrição: Estima-se que em 2017 cerca de 2,5 quintilhões de bytes foram gerados por dia na internet, sem considerar dados armazenados internamente pelas organizações.

Essa quantidade astronômica provém da popularização da internet e tecnologias como processamento e armazenagem na nuvem, dispositivos tradicionais e móveis conectados. Se, por um lado, estes dados são fonte potencial de real valor, por outro, apenas uma parcela pequena destes dados tem sido adequadamente explorada.

A causa disto não mais é a limitação tecnológica, mas a falta de compreensão por executivos de negócio da disciplina emergente chamada ciência de dados. Combinando estatística, matemática, computação e inteligência artificial aplicada, a ciência de dados permite decisões melhores, mais segmentadas, mais rápidas e com menos incerteza.

Enquanto organizações inovadoras têm lançado mão deste recurso para construir vantagem competitiva, não é difícil imaginar que no futuro próximo, esta forma de abordar problemas torne-se requisito de sobrevivência.

Nesse contexto, constituí-se competência fundamental do executivo conhecer os fundamentos da ciência de dados e como ela pode ser aplicada em sua organização. O objetivo deste curso é justamente este.

Utilizando problemas reais de negócio, diferentes técnicas e tecnologias da ciência de dados serão exploradas, oferecendo ao executivo um panorama geral das possibilidades que se abrem quando os dados da organização são adequadamente explorados.

Em que os “BoKs” estão enterrados e como Blockchain pode ressuscitá-los

Em que os “BoKs” estão enterrados e como Blockchain pode ressuscitá-los

Artigo Destaque: PDM Jun/Jul 2018

Acesse: PDF do Artigo 

Em que os “BoKs” estão enterrados e como Blockchain pode ressuscitá-los

Sobre o Artigo:  Onde os Body of Knowledge se perderam e deixaram de ser uma expressão compartilhada multilateral, proveniente de experiência acadêmica e profissional? Como os processos de construção de conhecimento podem ser mais legítimos na sua concepção e contribuição?

O que constitui definitivamente um Corpo de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos?”   …continue com o Download do Artigo.

Autor: John Schlichter

Publicado: MundoPM – Jun/Jul-2018
Pág. 66-73

Mapeamento de Experiências e Mercado – Project Design Approach

Mapeamento de Experiências e Mercado – Project Design Approach

Artigo Destaque – PDM Jun/Jul 2018

Acesse: Artigo da Revista PDM

Mapeamento de Experiências e Mercado

Sobre o Artigo:  O objetivo deste artigo é apresentar um método que contribua para aumentar a percepção das organizações sobre as necessidades dos clientes durante o processo de compreensão e elaboração da proposta de valor. Em especial considera-se o mapeamento de experiências por perfis e suas rotinas dentro de um ecossistema, para que requisitos de mercado e soluções holísticas em produtos e serviços sejam arquitetadas.

Project Design Approach. As pessoas querem usufruir dos benefícios relacionados ao que elas interpretam como “importância” e “valor”.

Atender a propósitos significa compreender que oferta pode responder, em sua plenitude, às necessidades e aos problemas de um determinado nicho de mercado. Dessa forma, mapear os propósitos é vital, e isso só é possível através do mapeamento dos problemas e necessidades   …continue com o Download do Artigo.

Autor: Wantuir Felippe da Silva Junior

Publicado: Revista MundoPM Edicão 81 – Jun/Jul-2018
Pág. 10-19

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